*Beto Grill - Pres. Municipal PSB
Já é possível perceber o clima de eleições que se estabelece por todo o país. Não poderia ser diferente aqui em Camaquã. Nos bares, nos cafés, nos pontos de taxi, enfim, em todos os lugares em que as pessoas se reúnem, a conversa dominante é sempre a mesma: as eleições.
Nos programas de rádio, o debate esquenta. Todos ansiosos pelas definições de prováveis alianças eleitorais. Os candidatos a prefeito apresentando-se cada vez mais, definindo-se. Pretendentes ao Legislativo já identificamos, extra-oficialmente, mais de uma centena. Agora, um mistério paira sobre o espectro político camaquense: quem serão os vices? Ninguém sabe. Ou se sabem, não querem dizer. É a verdadeira caixa-preta do momento eleitoral que se avizinha.
Toda esta incerteza gera muita ansiedade. Os analistas políticos de plantão, que são milhares, constróem as suas teses, formam as suas duplas favoritas. E, no Brasil, costuma-se dizer que existem 180 milhões de técnicos de futebol. Pois o número de pretensos rábulas da política seguramente não é menor.
A verdade é que o prazo para as definições está se esgotando. Até 30 de junho, o mais tardar, o tabuleiro vai estar pronto e o jogo começará a ser, efetivamente, jogado. Um “jogo” sério. O mais sério das nossas vidas. É o momento de decidir o nosso futuro, o futuro dos nossos filhos, do nosso município.
É preciso encarar este processo com muita responsabilidade, com cuidado. Diminuir ao máximo a chance de errar. Assim, a informação é tudo. Procure conhecer as propostas, os candidatos, aprofundar a análise dos projetos e, por fim, escolher. Tomar uma decisão de cujas as conseqüências, boas ou más, recairão sobre o eleitor, sobre a comunidade. Portanto vote, livre e concientemente.
Nos programas de rádio, o debate esquenta. Todos ansiosos pelas definições de prováveis alianças eleitorais. Os candidatos a prefeito apresentando-se cada vez mais, definindo-se. Pretendentes ao Legislativo já identificamos, extra-oficialmente, mais de uma centena. Agora, um mistério paira sobre o espectro político camaquense: quem serão os vices? Ninguém sabe. Ou se sabem, não querem dizer. É a verdadeira caixa-preta do momento eleitoral que se avizinha.
Toda esta incerteza gera muita ansiedade. Os analistas políticos de plantão, que são milhares, constróem as suas teses, formam as suas duplas favoritas. E, no Brasil, costuma-se dizer que existem 180 milhões de técnicos de futebol. Pois o número de pretensos rábulas da política seguramente não é menor.
A verdade é que o prazo para as definições está se esgotando. Até 30 de junho, o mais tardar, o tabuleiro vai estar pronto e o jogo começará a ser, efetivamente, jogado. Um “jogo” sério. O mais sério das nossas vidas. É o momento de decidir o nosso futuro, o futuro dos nossos filhos, do nosso município.
É preciso encarar este processo com muita responsabilidade, com cuidado. Diminuir ao máximo a chance de errar. Assim, a informação é tudo. Procure conhecer as propostas, os candidatos, aprofundar a análise dos projetos e, por fim, escolher. Tomar uma decisão de cujas as conseqüências, boas ou más, recairão sobre o eleitor, sobre a comunidade. Portanto vote, livre e concientemente.
BARBOSA LESSA
Quero reafirmar minha indignação com o estado de abandono em que se encontra a Reserva da Água Grande. Registro, por oportuno, que considero a falta de manutenção ser, em última análise, de responsabilidade da administração pública municipal, que embora tendo criado uma associação para gerenciar o empreendimento, não tem oferecido as condições necessárias para tal.
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